sexta-feira, 13 de novembro de 2009

De Que Lado Você Está?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?


Personagem cheio de dúvidas e insegurança não sabe que rumo dar em sua vida...

Quadros apresentam suas alternativas

Personagens:
Apresentador;
Plateia;
1º QUADRO (preto);
2º QUADRO (preto);
3º QUADRO (branco);
4º QUADRO (branco);
Preto/Branco.

CENÁRIO : Em cena estão quatro molduras. Atrás das quatro molduras estão em ordem: 1º QUADRO, 2º QUADRO, 3º QUADRO e 4º QUADRO.
VESTUÁRIO : Os atores brancos vestem-se predominantemente de branco e os atores pretos predominantemente de preto. O ator Preto/Branco veste-se de cores pretas e brancas. O APRESENTADOR usa roupa normal, bem como o ator PLATEIA
ILUMINAÇÃO : Direcionada para cada moldura existe uma luz. Para as molduras com Brancos a luz é azul e para as molduras Pretas a luz é vermelha. Estas luzes podem estar: APAGADAS, FRACAS OU FORTES. Direcionada para o meio existe uma luz azul forte.
SONORIZAÇÃO : Apenas parte da música "Palácios", do Rebanhão é tocada.
INÍCIO
CENÁRIO: As quatro molduras estão no palco, duas de um lado e duas do outro.
ILUMINAÇÃO: Nas quatro molduras a luz é FRACA.
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A Língua

Peça cômica sobre a fofoca.

Duas mulheres, membros de uma igreja evangélica, travam um diálogo para lá de maledicente, contaminando outros membros com suas línguas afiadas para o mal.

Envolvidas com as fofocas deixam de prestar atenção ao culto que teve como tema da mensagem justamente o problema que as acometia: “aquilo que contamina o homem é o que sai da boca, e não o que entra por ela”.

Personagens:
Lúcia –
Carmem –
Irmã Laura –
Irmão Salomão –
Menina –
Maquiagem:
Cenário:
*Duas cadeiras de igreja,
*Uma porta de banheiro, que pode ser feita de TNT, escrito “BANHEIRO” em cima.
Efeitos sonoros:
*Gravação de levitas testando os microfones (início);
*E outra gravação dando a benção apostólica (final); e
*gravação da vinheta “Hebert Richard”.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Meu Vizinho

Formação : todos em círculo
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Desenvolvimento:
O animador começa o jogo dizendo : "O meu vizinho é ..." ( aqui diz uma qualidade ).
Conforme a letra que inicia a palavra dita, todos os outros jogadores devem dizer palavras que se iniciem com a mesma letra.
Por exemplo: se o animador disser: "Meu vizinho é corajoso", todos os demais jogadores dirão palavras com a letra "C". Não podem repetir palavras.
Terminada a primeira rodada, o animador escolhe outra letra e assim por diante prossegue o jogo.
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Pode-se Surgerir prendas (micos) para aqueles que não encontrar uma palavra ou aos que repetirem uma já dita.
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Júri Simulado

Objetivos:
1- Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2- Exercitar a expressão e o raciocínio.
3- Desenvolver o senso crítico:
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Participantes: (Funções)
Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação.
Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituido por número impar: (3, 5 ou 7)
Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o juri, acompanham em silêncio.
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Passos:
1- Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.
2- Orientação para os participantes.
3- Preparação para o júri.
4- Juiz abre a sessão.
5- Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).
6- Advogado de defesa, defende o réu ou a ré.
7- Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8- Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9- Advogado de defesa, retoma a defesa.
10- Intervenção da testemunha de defesa.
11- Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12- O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom,o que faltou.
13- Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.
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Avaliação:
- Que proveito tiramos da dinâmica?
- O que mais nos agradou?
- Como nos sentimos?
- O que podemos melhorar?
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sábado, 7 de novembro de 2009

Ser Igreja / Ser Unijovem

Duração: aprox. 15 min.
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Material: 1 bola inflável (bexiga, bola de assoprar) para cada participante.
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Entregar uma bexiga a cada participante e pedir pra que eles brinquem com as bolas, mas não as deixem cair.
Ir tirando, devagar, um a um do círculo, e perceber como aumenta adificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar.
Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar que aigreja /grupo de jovens está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na igreja/grupo de jovens. A igreja/grupo de jovens, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, de pé, sozinha ou com poucas pessoas, ela/ele precisa de todos nós. Cada um de nós é responsável pelo andamento da Igreja/Grupo de Jovens. Lembrando sempre que ambos são corpo de Cristo.
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Escravo de Jó

Fonte: indefinida .
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- Participantes: Quantas pessoas quiserem .
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- Tempo Estimado: indeterminado .
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- Modalidade: Ação coletiva .
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- Objetivo: Desenvolver uma preocupação coletiva para que todos acertem senão o objetivo não será alcançado porquê todos os integrantes do grupo são importantes na execução de uma tarefa .
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- Material: Caixas de fósforos suficientes para os participantes e um lugar (mesa, por exemplo)onde possa formar um círculo de acordo com o número dos participantes.
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- Descrição: O ANIMADOR explicará sobre esta antiga brincadeira de passar oobjeto (no caso caixa de fósforos) de acordo com a letra da música:
"Escravo de jó
Jogava cachangá
Tira
Bota
Deixa ficar
Guerreiros com guerreiros fazem
Zig-Zig-Zá
Guerreiros com guerreiros fazem
Zig-Zig-Zá"
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Os participantes deverão pegar uma caixa de fósforo, formarem um círculo, colocarem a caixa em frente de si mesmos e quando começar a música todos deverão passar simultaneamente e compassadamente as caixas para o seu respectivo vizinho no sentido anti-horário até quando falar "Cachangá" . Quando falar "tira" todos os participantes deverão pegar a caixa e levantar, quando falar "bota" deverão abaixar a caixa na sua própria frente . Quando falar "Deixa ficar" todos deverão largar o caixa em suas frentes e fazer o gesto simbólico de "fica aí". De "guerreiros" até "fazem" volta a passar a caixa de fósforo para o vizinho no mesmo sentido anti-horário e na parte "zig-zig-zá" simultaneamente todos pegam a caixa sem soltá-lo colocam na frente do vizinho, volta na sua frente e deixa na frente do vizinho, isto tudo de acordo com o ritmo da música.
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Possíveis questionamentos:
- Certamente, quanto mais participantes todos perguntarão porquê não conseguem terminar a música com todos acertando a dinâmica ?
- Você poderá questionar se alguns só faziam a sua parte ou se além da sua parte orientavam seus vizinhos para não errarem!
- Podem também alternar os participantes, mostrando que essas mudanças podem melhorar ou piorar o alcance do objetivo.
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Casa, Morador e Terremoto

- Participantes: De 5 trios para cima mais 2 pessoas.
Exemplo: 6 trios (6x3 18 pessoas ) + 2 pessoas . Total 20 pessoas .
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- Tempo Estimado: até que a mesma pessoa sobre três vezes .
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- Modalidade: Quebra Gelo.
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- Objetivo: Fazer com que os jovens que participarão de uma assembléia oureunião do tipo se soltem e participam mais soltos.
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- Material: uma cadeira ou banco e um espaço não muito apertado.
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- Descrição: O ANIMADOR fica encima da cadeira ou banco explicando para quese formem os trios, sendo que em cada trio ficam duas pessoas, uma de frente para outra, de mãos dadas e a terceira pessoa no meio das duas . Após formado todos os trios, tem que ficar sobrando uma pessoa ( somente uma pessoa ) . O ANIMADOR vai descrevendo os papéis de cada um . Aqueles que estão no trio no meio das duas pessoas serão os MORADORES, os que estão de mãos dadas serão as CASAS e aquele que sobrou deverá, após o comando, fazer parte de uma CASA ou ser um MORADOR.
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Os comandos:
1.o) Quando o ANIMADOR falar MORADOR, aí os MORADORES de cada trio deverão sair de suas CASAS e procurar outra, aquele que estava de fora aproveitará e procurará uma nova CASA.
2.o) Quando o ANIMADOR falar CASA, as CASAS deverão deixar seus MORADORES e procurar outro MORADOR mas só pode sobrar uma pessoa, se sobrar duas pessoas os integrantes da CASA poderão virar um MORADOR.
3.o) Quando o ANIMADOR falar TERREMOTO aí vai ser uma bagunça geral, tanto os MORADORES quanto as CASAS deverão se desmanchar por completo e formarem novas CASAS e novos MORADORES.
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Aquela pessoa que sobrar três vezes deverá pagar um mico pré determinado ou não. Possíveis questionamentos:
- Vocês se concentraram para entendimento da dinâmica ?
- Houve algum tipo de vantagem ou combinação, tipo panelinha, para que oamigo mais próximo não sobrasse ?
- Houve respeito na hora da explicação da dinâmica ?
- Alguém se preocupou de incentivar os mais tímidos a participarem dadinâmica ?
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Abra o olho meu irmão

Fonte: Livro Recriando Experiências (Grupo Maria de Nazaré)
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- Participantes: 7 a 30 pessoas
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- Tempo Estimado: 20 minutos
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- Modalidade: Visão da Sociedade.
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- Objetivo: Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos emnossa sociedade.
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- Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.
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- Observação: Possíveis leituras do Evangelho - Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.
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- Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste.
Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, ocoordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como:
indiferença x indignação;
aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso;
lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se como oprimido, etc.
Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes.
Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?
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"Rola Bosta"

Dinâmica/jogo comunitário: Rola Bosta
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O "Rola Bosta", é uma dinâmica ou jogo comunitário que serve, também, como lazer ...
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1. Os participantes são colocados em um semi-círculo.
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2. É estabelecida uma hierarquia dessas pessoas (por exemplo): na Igreja:[papa, bispo, etc.. até o Rola-Bosta, que é o último]
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3. Começa-se assim - O Papa (se utilizarmos a hierarquia da Igreja) dá inicio ao jogo dizendo: "O Papa passou vistoria na Igreja e sentiu falta do Sacristão. A pessoa que está como sacristão levanta-se (por estar num cargo abaixo do Papa) e diz: O Sacristão não falta. Quem falta é o Rola-Bosta...
O Rola-bosta se levanta (por estar abaixo do sacristão) e diz: O rola-bosta não falta, quem falta é o padre. O padre diz (não se levanta, por estar acima do rola-bosta) e diz: "O padre não falta. quem falta é o..." e assim por diante, sempre prestando atenção para tomar cuidado com a hierarquia. Se um membro erra ao se levantar, ou por não se levantar, ou por engasgar, ameaçar levantar, essa pessoa vai imediatamente para o lugar do "Rola-Bosta", o que torna o jogo dinâmico, e que também as pessoas devam memorizar a ordem dos cargos.
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O efeito dessa brincadeira, supreende pois acaba mau-humor e proporciona a necessidade de estarmos atentos para ouvir e falar claramente.
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Algumas sugestões de hierarquias:
Exécito (Marechal, general-do-exercíto, general-de-divisão, general-de-brigada, coronel, tenete-coronel, major, capitão, primeiro-tenente, segundo-tenente, aspirante, subtenente, primeiro-sargento, segundo sergento, terceiro-sargento, cabo, soldado e, acrescenta-se, "rola-bosta"
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Marinha (Almirante, almirante-de-esquadra, vice-almirante, contra-almirante, capitãode-mar-e-guerra, capitão-de-fragata, capitão-de-corveta, capitão-tenente, primeiro-tenente, segundo-tenente, guarda-marinha, suboficial, primeiro-sargento, segundo-sargento, terceiro-sargento, cabo, marinheiro.)
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

MISSÕES COM ALEGRIA

PERSONAGENS:
Coração
Irmão 1
Termômetro
Irmão 2

Irmão 3
Dona Oração
Irmão 4
Dirigente do culto
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Para esta peça não é necessário cenário, apenas fantasias para o Termômetro, para o Coração para Fé e a Dona Oração se for necessário.
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Estes personagens devem ser muito engraçados e tirar o máximo proveito dos seus figurinos e gestos exagerados. Lembre-se, é uma peça cômica.
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DIRIGENTE: Irmãos, como vocês sabem, hoje é o dia escolhido para a segunda arrecadação de ofertas para missões. Então vamos ler nossa divisa: Rm 10:14 e 15a (Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele que não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados.) Antes de cantarmos o hino e os irmãos trazerem suas ofertas até o gazofiláceo, gostaria que ouvíssemos uma história que tenho certeza, já fez parte de nossa vida em algum momento nesta ou em outra igreja. Então eu chamo aqui, o nosso Coração.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

MÃOS VAZIAS

  • Esta peça tem um efeito muito bom, quando apresentamos houve muitas conversões.
    Surgiro que ao apresentá-la disponha as pessoas na platéia, à medida que seus nomes forem sendo chamados, eles levatam e vem à frente (no palco)

    Usa-se o nome verdadeiro de cada participante, somente a Jane é característico do personagem.

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    NARRADOR: A Bíblia nos fala em Mateus 24:29 a 31. E ao lermos este texto ficaremos realmente desejosos de saber quando Jesus voltará. Mas eu gostaria de fazer-lhes uma pergunta: Como está a sua vida ? O que você tem feito para Jesus ? Gostaria que refletisse bem a este respeito, pois à volta de Jesus será num dia e numa hora que ninguém sabe. Agora, imaginemos se derrepente tudo se escurecesse... e se ouvisse-mos uma voz dizendo: Jesus está voltando... O que você teria a apresentar ? O que você faria nesta situação se Ele surgisse chamando o seu nome e dizendo:
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O MORTO VIVO

Cenário: Consultório médico
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Cena: O médico acaba de consultar o paciente e vai passar-lhe a "receita".
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Médico: É meu velho, eu não tenho boas notícias para você não.
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Amadeu: (se arrumando, colocando a camisa, se abotoando, etc) - Fale logo doutor. Não precisa esconder nada de mim. Eu já estou preparado para o pior. Para ser franco, eu até já escolhi a cor do meu caixão.
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Médico: E para ser franco. A coisa para o seu lado está esquisita. Note bem, o teu coração já não bate mais (só apanha) a sua pulsação cessou por completo. Cientificamente você está morto. Entendeu? Mortinho da Silva. Aliás, eu nem sei o que você está fazendo em pé. Lugar de gente morta é no cemitério e deitada.
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terça-feira, 20 de outubro de 2009

O CHATO

Ideal para sociais e reuniões com jovens
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Um casal na praça, um monte de cantada ridícula (na vida real ele teria apanhado).
Ela tenta ler um livro e é constantemente interrompida pelo CHATO.
No final ela fala de Cristo.
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(Banco de Praça)
Chato – (Chega e senta)
Moça - (Chega e senta) (O rapaz mostra-se interessado, a moça apática)
Chato – É..... oi...... (embaraçado) isso é um relógio?
Moça – parece...
Chato – poderia me informar as horas?
Moça – (rindo zombeteiramente) 10 pras 6.
Chato – Brigado!
Moça – (Apenas acena com a cabeça)
Chato – (Continua interessado na moça) Você mora por aqui?
Moça – Aham...
Chato – Esperando alguém?
Moça – ( Olha para o livro que está tentando ler) Não.
Chato – ah... ta... (olha em volta) eu gosto de vir aqui. Ficar vendo as pessoas passarem. (Pausa) O seu pai é ladrão?
Moça – meu pai? Não...
Chato – Então como é que ele roubou o brilho das estrelas e colocou nos seus olhos?
Moça – Ai... Ai... (Vira para o outro lado) Moço, se não se importa, eu gostaria de ler.
Chato – Ah... ta... (pausa) pode me informar um caminho?
Moça – Pra onde?
Chato – para o seu coração!
Moça – Ah nem.....
Chato - (depois de pensar um tempo) Se beleza desse cadeia você pegaria prisão perpétua.
Moça - Se feiura fosse crime, você pegaria pena de morte. (Pausa e continua a ler)
Chato - Eu não acreditava em amor a primeira vista. Mas quando te vi mudei de ideia.
Moça - Que coincidência! Eu não acreditava em assombração.
Chato - Nossa, não sabia que boneca andava!
Moça - E eu não sabia que macaco falava!
Chato - A gente já não se encontrou em algum lugar antes?
Moça - Já e é exatamente por isso que eu não vou mais lá. Olha, será que vou ter que sair daqui pra poder ler meu livro? O senhor está me incomodando.
Chato – eu só queria conhecer você... conversar um pouco.
Moça – Até que poderia ser possível... mas se o senhor conversasse direito... suas cantadas são péssimas.
Chato - (...) O que você está lendo aí?
Moça – eu vou responder, mas se for mais uma cantada idiota sua...
Chato – calma... só quero saber o que você está lendo...
Moça – “O caçador de pipas”, já leu?
Chato – não. Não li. (...) É bom?
Moça – (Lendo) aham...
Chato – (Pausa) Você gosta de chocolate?
Moça – Gosto, e muito!
Chato – Prazer, chocolate! (estende a mão) Eu sei que não sou nenhuma Casas Bahia...mas dou dedicação total a você!
Moça – Olha, eu não quero ser grossa com você, mas você já está me irritando.
Chato – Desculpe... não era minha intenção. (O rapaz assobia uma música)
Moça – (Irritada com o assobio) Vai me deixar ler ou não?
Chato – Desculpe... qual é seu problema hem?
Moça – Você.
Chato – Já sei, você tem namorado!
Moça – Eu estou apaixonada, perdida de amor.
Chato – E ele, também gosta de você?
Moça – Sim, ele me ama muito!!!
Chato – Ama a qual ponto?
Moça- A ponto de morrer por mim...
Chato – (Ri) Não existe amor assim.
Moça – Você está enganado! Existe sim...
Chato – Olha moça, você é muito gatinha... mas eu não morreria por você.
Moça – Mas, morreram por mim. Por amor, sem eu ter feito nada. Esse é Jesus Cristo. Ele amou o mundo de tal maneira que deu sua vida em uma cruz, por nós. E Ele morreu por você também. Ele o ama muito!
( Chato com cabeça baixa, olhando emocionado para o chão)
Moça – Pensa nisso tá? Vou indo... (Levanta e vai saindo)
Chato – Ei... você é um anjo... suas palavras tocaram muito meu coração.
Moça – (Rindo muito simpática) Começou a melhorar... gostei! (Sai)
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Autor desconhecido.

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Disponível em: http://www.teatrocristao.net/texto/o_chato
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A EPIDEMIA DO NÃO POSSO

Presidente: (entra muito preocupada) Não sei o que vou fazer, estou muito preocupada. Meu Mestre colocou sob a minha responsabilidade um grupo de pessoas, e agora todas estão atacadas por uma terrível doença : A epidemia do "NÃO POSSO". Passam as semanas e não ouço outra coisa: Não posso isso, Não posso aquilo.
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(as enfermas começam a entrar, todas desanimadas)
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Ai, o que, que eu faço ? Jesus me ajude (pensativa)... Hum já sei !! vou consultar a Dra Fé, e espero que não seja tarde demais, (olhando para elas) porque se vocês não melhorarem, a nossa União Feminina estará arruinada.
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PALHAÇOS

Personagens: palhaço Deus, palhaço mau e palhaço homem.
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Cenário: Sem cenário fixoAcessórios: um revólver e um alvo de cartolina (Podendo nem mesmo usar uma arma, mas, imitar uma arma com as mãos).
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Guarda-roupa: Todos vestidos de palhaço.
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Iluminação: Se houver, todas as luzes são acesas e apagadas juntas.
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Sonoplastia: Opcional, preparar a gosto do grupo.
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A peça é uma mímica.
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Maquiagem: Palhaço Deus e Palhaço homem com rosto branco, mas Palhaço Mal com rosto meio sujo, escuro, mau.
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INÍCIO

* No palco estão os três palhaços. PALHAÇO DEUS está entre o PALHAÇO HOMEM e o PALHAÇO MAL, que estão agachados. DEUS está em pé, olhando para frente, parado. Começa a música.
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Deus move-se, olhando ao longe, para os lados. Levanta os braços e imediatamente a luz acende. Abaixa os braços e lentamente olha para o MAL. Subitamente, levanta os braços e “cria” o PALHAÇO MAL, que no mesmo instante olha para frente assustado, e se levanta alegre. Dá as mãos a DEUS e rodam, brincando felizes. Param de brincar. Soltam as mãos. O MAL fica observando. DEUS cria a terra, os céus e os pássaros. DEUS está muito alegre, mas o MAL começa a inveja-lo. O MAL circula DEUS e observa constantemente.
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DEUS pára e olha para o HOMEM. Aproxima-se, circula, começa a moldar o HOMEM. O MAL observa de olhos arregalados. DEUS vai levantando o HOMEM, que está de olhos fechados. DEUS pára e afasta-se com o HOMEM já de pé. Então aproxima-se e sopra-lhe vento no rosto. Imediatamente o HOMEM acorda. O MAL assusta-se, abre a boca, espalma as mãos. O HOMEM olha para DEUS. Os dois abrem um sorriso, se abraçam e começam a dançar e brincar. o MAL observa, acompanha e sente inveja. DEUS mostra ao HOMEM sua criação: a terra, os céus e os pássaros. O HOMEM olha atento e deslumbrado. O MAL acompanha com inveja e cara amarrada. DEUS dá toda a criação para o HOMEM que fica muito alegre, surpreso, e sai dançando e contemplando a criação.
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O MAL demonstra irritação e inveja.Deus olha o HOMEM sair e então afasta-se, sorrindo. O MAL olha zangado a alegria do HOMEM. Cruza os braços e mostra que está pensando, tramando o mal. O MAL sorri, esfrega as mãos uma nas outras e olha para o HOMEM, aproximando-se dele. DEUS olha desconfiado para o MAL, mas mantêm sua distância. O MAL aproxima-se do o HOMEM e toca-lhe. O HOMEM assusta-se. O MAL pede calma, e chama o HOMEM com o dedo, sorrindo falsamente.
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O HOMEM aproxima-se desconfiado. O MAL finge estar alegre, brincando e dando uma volta em torno do HOMEM. Pára e convida o HOMEM pára brincar. O HOMEM olha atento e por fim sorri. O MAL esfrega as mãos e convida o HOMEM para brincar e pular.
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Deus observa andando devagar, mas ao longe.O HOMEM aceita o convite e começa a brincar com o MAL, pulando um em volta do outro e de vez em quanto o HOMEM olha a criação. O MAL tem um sorriso falso.De repente o MAL pára atras do HOMEM e lhe dá um chute sorrindo. O HOMEM cai.
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DEUS sofre. O MAL ri. O HOMEM olha para traz, sem entender. O MAL disfarça e chama ao HOMEM. Sem entender, preferindo esquecer, o HOMEM brinca também. DEUS observa triste.
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Após brincarem um pouco, O MAL ao passar pelo HOMEM, pisa no seu pé com maldade e afasta-se rindo e brincando. O HOMEM sente a dor, pega seu pé e olha para o MAL.
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DEUS sofre. O MAL disfarça, continua brincando. O HOMEM começa a brincar, mas demonstra tristeza. O MAL aproxima-se e empurra o HOMEM, que cai de novo.
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DEUS sofre. O HOMEM levanta, triste, anda meio tonto, sem entender, rindo de vez em quanto, seguindo o MAL.
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DEUS sofre. O MAL circula o HOMEM, rindo muito. O MAL aproxima-se do HOMEM e finge estar enrolando uma corda nele, rodando o HOMEM, que vai colocando os braços cruzados sobre o peito, mostrando que está preso. O HOMEM sofre. DEUS também sofre. O MAL vibra. O MAL olha para o HOMEM amarrado e afasta-se. Ri. Apanha o alvo e volta para coloca-lo no peito do HOMEM. O MAL saca um revólver. Deus pede para que pare com os dedos, mantêm a distância. O MAL dá as costas para o HOMEM que está muito assustado. O MAL conta passos, afastando-se do HOMEM. O MAL pára, vira-se rápido e aponta o revólver para o HOMEM.
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DEUS subitamente intervêm, levantando os braços. O MAL e o HOMEM ficam paralisados.
DEUS triste, aproxima-se do HOMEM, olhando-o com compaixão. Dá uma volta em torno dele. Aproxima-se. Pega a corda e afasta-se devagar do HOMEM, que roda lentamente. A certa distância, DEUS começa também a rodar junto com o HOMEM, mostrando que está enrolando-se na corda, e aproxima-se novamente do HOMEM. Chega à sua frente, toma o alvo e coloca-o em si mesmo. DEUS fica entre o MAL e o HOMEM, de frente para o MAL. DEUS olha para o MAL, espera um pouco e então abaixa o rosto rapidamente. No mesmo instante o MAL e o HOMEM saem do estado de paralisação.O HOMEM olha para DEUS assustado. O MAL sacode a cabeça, olha para DEUS, sorri e atira. Deus cai morto. O HOMEM coloca as mãos na cabeça, assustado. O MAL vibra, pula. O HOMEM foge. O MAL percebe o HOMEM e rindo muito persegue ao HOMEM. De repente, DEUS ressuscita num salto. O MAL pára aterrorizado. O HOMEM pára sem acreditar no que vê. DEUS, com autoridade, aponta para o MAL. O MAL está apavorado. DEUS expulsa o MAL de cena. O MAL sai de cena como se levado por uma força, uma luz muito grande. O HOMEM aguarda, olhando para DEUS com atenção. DEUS olha para o HOMEM com muito amor. DEUS abre seus braços. O HOMEM corre de braços abertos para DEUS. Os dois se abraçam um abraço grande.
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Ao terminar o abraço, os dois saem brincando alegres. E saem de cena.Luzes apagam. FIM
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Observações:
1- Lembrar que os personagens são palhaços, por isso os movimentos e feições são sempre exagerados. Passos largos, grandes sorrisos e braços mexendo muito.
2- Ao final da peça, um dos personagens pode retornar para comentá-la e completar sua mensagem. Algumas sugestões para comentar seriam:* O sacrifício de DEUS (Jesus) em lugar do HOMEM.* A necessidade do perdão de DEUS para o pecador (mensagem complementar à peça).* A Criação. O amor de Deus. A liberdade de escolha que DEUS dá. O poder e soberania de DEUS. etc…
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NÃO TOQUE

Esta pantomima além de trazer uma forte mensagem, é descontraída e muito fácil de ser apresentada pois exige poucos atores (apenas dois). Após a apresntação pode-se apesentar uma mensagem associado ao tema abordado, o que trás bons resultados.
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Uma cadeira está no meio da praça com um cartaz pendurado nela dizendo: "NÃO TOQUE".
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O Mímico curioso que por acaso passava pelo local percebe a cadeira e se aproxima. Rodando em torno da cadeira ele tenta entender o que há de errado com ela. Sem chegar a conclusão alguma, o curioso passa a frente da cadeira e olha para a esquerda e para a direita, observando se ninguém aparece...
VEJA A PEÇA INTEGRALMENTE NO NOSSO NOVO ENDEREÇO, CLICK AQUI 

O ARQUIVO

O ARQUIVO
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Esta pantomima (estilo de peça onde o(s) ator(es) atua(m) especialmente com as espressões e sem palavras) é realmente impactante, já apresentamos em nossa igreja e o resultado superou as espctativas. É IMPORTANTE que a pessoa que participará como narrador tenha uma leitura irretocável e cheia de expressão para reforçar as expressões realizadas pelo ator/atriz no "palco".
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(As frases em vermelho são as reações que o personagem Homem fará. As frases com letra MAIÚSCULA é a reação do personagem Jesus. Escolha um narrador que saiba ler com expressão para que dê vida ao texto)
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Naquele lugar entre a consciência e o sonho, eu entrei em um quarto. Entra estranhando o lugar. Nele não havia nada de incomum, exceto por uma parede coberta por um arquivo de fichas. Vai e olha o arquivo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Jogo das mãos

Finalidade: Refletir sobre a importância da participação na resolução de problemas.
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Para quantas pessoas: de seis até 25 participantes (grupos muito grandes deverão ser subdivididos)
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Descrição da dinâmica: Os participantes deverão ficar de pé, dando-se as mãos, como para uma brincadeira de roda.
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O moderador explica que o grupo terá como objetivo “virar toda a roda ao contrário”, ou seja, todos deverão ficar de costas para o centro do círculo com os braços esticados (não vale ficar com os braços cruzados sobre o peito).
O jogo tem regras: os participantes não poderão soltar as mãos, nem falar, até conseguirem alcançar a posição.
O monitor dá início ao jogo, reforçando que o grupo deverá buscar uma maneira (estratégia) de atingir o objetivo, respeitando as regras estabelecidas.
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A solução para este “problema”, que no início não parece ter solução, é simples: um dos participantes deverá erguer o braço do colega formando um arco ao alto pelo qual todos, ligeiramente agachados, passarão.
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Fonte: http://www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-dinamicas-24.php
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Floresta dos sons

Descrição:
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Convidar os participantes a formarem duplas, sem se darem as mãos, colocando-se um, defronte o outro.
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- Tirar par ou ímpar.
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- Os que ganharem, levantam a mão.
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- Cada dupla combina entre si um som qualquer que será emitido por aquele que ganhar, enquanto o outro, deverá fechar os olhos e não abrir em hipótese alguma.
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- Quem ganhar emite sempre o mesmo som para guiar o companheiro cego, mergulhando no meio de todos os outros.
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- Após três ou quatro minutos, inverter os papéis.
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- Finalizar o exercício, recolhendo as reações dos participantes, através da verbalização.
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Possibilidade de Aplicação:
- aprender a ouvir
- respeitar o corpo do outro
- desinibir
- aquecer
- confiar no outro
- trabalhar temas específicos identificar o outro, confiança, comunhão, sentidos, nova linguagem etc.
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Fonte: http://www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-dinamicas-31.php
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Em cada lugar uma idéia

Objetivo: Avaliar e fortalecer os laços afetivos dentro do grupo.
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Material necessário: Papel ofício, hidrocor, tesouras, cola, papel metro e pilot.
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Descrição da dinâmica:
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1. Grupo em círculo, sentado.
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2. Dar a cada participante quatro folhas de papel ofício.
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3. Solicitar que numa das folhas façam o contorno de uma das mãos e noutra, o de um dos pés. Desenhar nas demais folhas um coração e uma cabeça, respectivamente.
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4. Escrever no pé desenhado o que o grupo proporcionou para o seu caminhar. Escrever dentro da mão desenhada o que possui para oferecer ao grupo. No coração, colocar o sentimento em relação ao grupo. Na cabeça, as idéias que surgiram na convivência com o grupo.
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5. Fomar quatro subgrupos. Cada subgrupo recolhe uma parte do corpo (pés/mãos/coração/cabeça), discute as idéias expostas, levantando os pontos comuns.
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6. Fazer um painel por subgrupo, utilizando todos os desenhos da parte do corpo que lhe coube, evidenciando os pontos levantados anteriormente, de modo a representar:
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* com os pés, a caminhada do grupo;
* com as mãos, o que o grupo oferece;
* com os corações, os sentimentos existentes no grupo;
* com as cabeças, as idéias surgidas a partir da convivência grupal.
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7. Cada subgrupo apresenta seu painel.
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8. Plenário - dizer para o grupo o que mais lhe chamou a atenção de tudo o que viu e ouviu.
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Fonte: http://www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-dinamicas-37.php
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Jogo dos Autógrafos

Finalidade: Analisar os sentimentos de competição e solidariedade.
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Condução:
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O moderador distribui a cada participante uma folha de papel em branco e pede ao mesmo que anote o seu nome na parte de cima. Em seguida, cada pessoa deverá traçar um retângulo ao redor do nome.
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Avisa aos participantes que eles terão dois minutos para cumprir a tarefa de colher autógrafos, pedindo que os demais assinem seus nomes de forma legível na folha. Esgotado o tempo, todos os participantes deverão ter suas folhas na mão.
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Iniciado o jogo, forma-se uma verdadeira balbúrdia, com todos os membros buscando rapidamente obter o maior número possível de autógrafos, ainda que tal orientação tenha sido dada, nem o moderador tenha colocado qualquer proposta de prêmio ou vitória por conquista. .
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Concluído o tempo, o monitor solicita que todos os participantes confiram o número de autógrafos legíveis obtidos. Em seguida todos informam para o grupo o número conseguido. .
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Procede-se, então, a análise do jogo, indagando inicialmente qual o sentimento que ficou mais evidenciado durante o processo de coleta de autógrafos. Conclui-se que houve um forte sentimento egocêntrico na busca dos autógrafos, mas não na sua doação.
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Fonte: http://www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-dinamicas-58.php
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Conhecimento

Duração: 30 minutos
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Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas.
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Material: Fazer um relógio de papel , canetas ou lápis.
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Condução: Faça uma lista de assuntos para motivar a conversa, de acordo com o tema do encontro ou interesse do coordenador.
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Faça um relógio de papel, e tire tantas cópias iguais, quantos forem os participantes.
Distribua os relógios, e um lápis ou caneta para cada pessoa. Peça que escrevam seu próprio nome no retângulo abaixo do relógio.
Os participantes devem caminhar e marcar um encontro para cada hora. Cada pessoa se apresenta a alguém e marca com ela um encontro - ambas devem então escrever o nome uma da outra, sobre o relógio no espaço da hora combinada. É necessário número par de participantes.
Quem já tiver preenchido todos os horários deve se sentar, para que fique mais fácil completar as agendas.
Quando todos tiverem marcado as horas, comece a brincadeira...
Diga as horas, por exemplo, "Uma hora" e um assunto. Cada um deve procurar o par com quem marcou o encontro da uma hora e conversar sobre a pergunta ou assunto definido. Se for do seu interesse, peça que anotem as respostas numa folha avulsa.
O relógio pode servir de crachá durante todo o encontro.
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Fonte:http://www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-dinamicas-59.php
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Poesia, música, crônica

Finalidade: Consiste em ouvir uma poesia e/ou música para ajudar na introdução de um assunto ou de uma vivência subjetiva.

Material: Letra (cópia xerográfica ou mimeografada) de uma poesia ou canção.

Descrição da dinâmica:

1. Escolher uma poesia ou canção sobre o tema a ser trabalhado.
2. Dividir os participantes em grupos.
3. Cada um lê em voz baixa, murmurando.
4. Escolher a palavra que mais marcou, em cada estrofe.
5. Gritar essas palavras juntas, bem alto. Depois bem baixo, até se calar.
6. Andando, procurar sua “palavra-sentimento” com outra pessoa do grupo.
7. Explique, sinta, expresse, toque.
8. No seu grupo, responda o que você faria com esse sentimento-palavra trocada.
9. O grupo deve montar uma história com os sentimentos trocados e com a poesia recebida.
10. Cada grupo apresenta no grupão sua história de maneira bem criativa.
11. Buscar o que há de comum em todas as histórias.

Comentários:

1. Este trabalho leva à reflexão de um tema/assunto, abrindo um espaço para que as pessoas falem de um assunto sob diferentes olhares.
2. Contribui para o desenvolvimento da expressão verbal e do trabalho coletivo.


Fonte: http://www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-dinamicas-32.php
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Para pesquisa de preço e lançamento de CD e DVD gospel, Click aqui
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domingo, 20 de setembro de 2009

Que Desculpa Você Usa Para Não Servir a Deus?

TEXTO: Jo. 15.22

ICT: "Só se pode dar desculpas dos erros cometidos até o dia que ouve-se que aquilo é errado"

TESE: "Desculpas para não servir a Deus nos leva para longe de Deus.
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INTRODUÇÃO:
- Tem gente que tem desculpas pra tudo, tem sempre um bom argumento. (sugestão apresentar uma ilustração que aborde o tema desculpas)
- Ná área espiritual é onde mais se encontra desculpas para não servir a Deus, E VOCÊ?
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QUE DESCULPA VOCÊ USA PARA NÃO SERVIR A DEUS?
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Destacamos 3 segmentos de desculpas utilizadas para não servir a Deus: ESPIRITUAIS, PESSOAIS E TEMPORAIS.
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1 - Desculpas espirituais.
1.1 - muito mistério.
* Entenderemos no futuro (Jo. 13.7)
* Deus revela apenas o que deseja (Dt. 29.29)
* Além do mais é como qualquer estudo. Como entender se não estudar?
1.2 - Deus é amor, não há perigo.
* Não poupou nem os anjos (2 Pe. 2.4)
* Todos que não se arrepende perecerá (Lc. 13.3)
* Deus é amor, mas também é justiça. (Ez. 22.30)
1.3 - Não necessito de um salvador.
* Todos pecaram (Rm. 3.23)
* Quem não crê está condenado (Jo. 3.18)
* Quem rejeita permanece na ira (Jo. 3.36)
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2 - Desculpas pessoais.
2.1 - Muitos hipócritas na igreja
* No meio do trigo nascerá o joio
* Cada um dará conta de si (RM 14.12)
* Não devemos julgar (Mt. 7.1)
2.2 - Pagarei um preço alto.
* Nada pode ser comparado o valor da salvação (Mc. 8.36)
* Qualquer esforço será recompensado (Lc. 18.29-30)
2.3 - Não posso deixar meus velhos amigos.
* Não seguirás a multidão para fazer o mal (Ex. 23.2)
* Cuidado com as más companhias (I Co. 15.33)
* E mais, o verdadeiro amigo quer o melhor pra você. E o melhor é Jesus.
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3 - Desculpas Temporais
3.1 - É muito tarde.
* Nunca é tarde para se encontrar com Jesus (Exem. o homem da cruz)
* A qualquer tempo que se converta terá a vida (Ez. 33.19)
* Jesus recebe a todos (Jo. 6.37)
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CONCLUSÃO:
Que desculpa você usará neste dia? Que há muitos mistérios? Que Deus é amor? Que não precisa de um salvador? Ou serias as deculpas pessoais?: Existem hipócritas; o preço é alto; meus amigos não entenderão.
Quem sabe queira dizer que é muito tarde...
Qual seria a desculpa?
Não diga que seria a pior de todas as desculpas, a qual deixei para este momento.
3.2 - HOJE NÃO !
* Essa é a mais utilizada e a mais perigosa.
* Js. 24.15
* Pv. 27.1
* Lc. 12 - Parábola do rico insensato
* Hb. 3.7-8
* Is. 55.6
Termino como comecei (LER O TEXTO DE JOÃO 15.22)
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AUTOR: Jorgevan Alves - Vice-presidente PIB em Santo Antonio de Jesus-BA.
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sábado, 19 de setembro de 2009

Jesus não voltou até hoje porque ainda falta você

TEXTO. II Pe. 3.2-9
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ICT: "Pedro sabendo que havia pessoas dizendo que Jesus não voltaria, que tudo era uma farsa, advertiu que Jesus retardava em voltar porque ama a todos."
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TESE: "A verdadeira motivação da demora da volta de Jesus é que Ele continua te esperando."
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INTRODUÇÃO:
Você ja experimento a frustação de descubrir que alguém que viajaria com você partiu e você ficou? Pois é não é nada agradável.
Jesus não quer lhe deixar pra traz, por isso que ainda não voltou para buscar os seus.
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JESUS NÃO VOLTOU ATÉ HOJE, POR QUE AINDA FALTA VOCÊ...
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1 - Perceber que...
1.1 - Os que tentam provar que tudo é uma farsa, são motivados pelo mal (v.3)
1.2 - Que os argumentos contra o cristianismo são fracos (v.5)
1.3 - Os que permanecem neste pensamento terá um fim trágico. (v. 6 )
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2 - Entender as verdades divinas...
2.1 - Contidas na sua palavra e revelados por seus profetas. (v. 2)
2.2 - Comprovadas com os acontecimentos atuais. ( v. 3)
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3 - Reconhecer que as verdadeiras motivações...
3.1 - É que para Deus o tempo que conhecemos não existe. (v. 8 )
3.2 - É ver suas promessas cumpridas integralmente (v. 9a)
3.3 - É que Ele é paciente. (v. 9b)
3.4 - É porque ainda falta você (v. 9b)
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CONCLUSÃO:
Talvez você pense que está no rumo certo, mas quem está não tem dúvidas, e quem tem dúvidas precisa perceber que negar Jesus são pensamentos maus, e conduz a um fim trágico, por isso é necessário que você entenda as verdades divinas, vivendo-as e sobretudo, reconhecendo que é pela longanimidade do Senhor, que Ele aguarda, pois ainda falta você
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APELO.
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AUTOR: Jorgevan Alves - Vice-presidente PIB em santo Antonio de Jesus-BA.
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