quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A Formiga e a Pomba (Reflexão)


Uma Formiga estava na margem de um rio bebendo água, e sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar.

Uma Pomba, que estava em uma árvore, sobre a água observando tudo, arranca uma folha e a deixa cair na correnteza perto da mesma. Subindo na folha a Formiga flutua em segurança até a margem.

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A Raposa e as Uvas


Uma Raposa, morta de fome, viu, ao passar diante de um pomar, penduradas nas ramas de uma viçosa videira, alguns cachos de exuberantes Uvas negras, e mais importante, maduras.

Não pensou duas vezes, e depois de certificar-se que o caminho estava livre de intrusos, resolveu colher seu alimento.

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Haja o Que Houver, Eu Sempre Estarei ao Seu Lado


Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho:
- "Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado".

Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes nesta época.

Estava nesta hora este homem em uma estrada.

Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho nesta hora estava na escola. Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé...


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UMA LIÇÃO PARA VIDA (reflexão)



Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa quando Júlio, o irmão mais novo disse ao irmão Ricardo:

- Meu querido irmão, eu te amo muito, e nunca quero me separar de você...

Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio disse pergunta:

- O que deu em você? Que conversa é essa? Vamos continuar brincando.

E assim, os dois continuaram brincando a tarde inteira até o anoitecer.

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SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS E SOFREMOS INFLUÊNCIA DO MUNDO


Duração: Depende da quantidade de participantes, podendo chegar a 30 min.
Material: papel e lápis suficiente para todos os participantes.






Descrição:

Sentado em círculo, cada um recebe uma folha e um lápis; escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser boneco de estilo palitinhos; ou com detalhes, dependendo das habilidades que os participantes tem em desenhar) deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os "preguiçosos" e os tímidos. 

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CONHECENDO MELHOR O GRUPO


 
Participantes:
7 a 15 pessoas

Tempo Estimado: 20 minutos
Modalidade: Objetivos Individuais.
Objetivo: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo.
Material: Lápis e papel para os integrantes.

Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida.


Descrição:

O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos o
coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Então 


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COMUNICAÇÃO GESTICULADA


Participantes: 15 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Modalidade: Comunicação Gestual.
Objetivo: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo.
Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhospara serem representados através de mímicas.



Descrição: 

O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer.




OBS: A dinâmica poderá ser apresentada em modalidade de competição para que a participação seja mais efetiva, e se bem escolhida as figuas e/ou fotos, a dinâmica pode ser um quebra-gelo, já que proporciona situações engraçadas. 




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AFETO


Participantes: 7 a 30 pessoas

Tempo Estimado: 20 minutos
Modalidade: Demonstração de Afeto.

Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.
Material: Um bichinho de pelúcia.


Descrição: 

Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afeto, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da esquerda. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.

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Era Uma Vez o Natal




Peça / Jogral de natal
Autor: Desconhecido (Peça disponível no blog:  letrassantas.blogspot.com)


Personagens e sugestões de figurino:

NARRADOR (A), pessoa com túnica comprida, de cor viva, e manto de cor diferente nos ombros. Lerá o texto num rolo, como pergaminho.

ANJO, pessoa vestida de branco acetinado (túnica) e com outros adereços que a associe a um anjo.

PAZ,  jovem vestida de branco, cabelos soltos, uma flor branca nos cabelos e em uma das mãos.

REI MAGO, rapaz usando comprida túnica amarelo-vivo, coroa e manto vermelho, e outros.

PASTOR,  usando túnica comprida, de tecido surrado, manto e cajado.

POBRE, mulher pobremente vestida à moda antiga ou atual. Cabelo em desalinho.

CRISTÃ, usando túnica de cor azul-claro, manto de outra cor suave.

NATUREZA, adolescente/jovem vestida de túnica verde. Faixas de diversas cores amarradas à cintura. Flores diversas nos cabelos.

SÁBIO, rapaz com túnica de cor muito viva. Trará nas mãos uma luneta que poderá ser confeccionada com a cartolina e as lentes em papel transparente.

CENÁRIOS – Uma estrela feita em material brilhante, acima do lugar onde deverá estar uma manjedoura vazia.

MÚSICA E ILUMINAÇÃO – Criação do grupo.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A Grande Notícia (Peça de Natal)


CENA I
Um homem e um menino estão sentados num canto do palco, como se fosse em Roma.


Filho: Como você está, Pai?

Pai: Hoje estou melhor. O ar de casa e de Roma logo irão curar minhas feridas.

Filho: Os meus colegas sempre me perguntaram sobre você e sobre o país de Israel; porém eu nunca sei o que responder.

Pai (rindo): Você não sabe responder? Então, escute: teu pai é um soldado da quarta centúria da legião sabina que, nestes anos, esteve deslocada em Israel. Um dia...

Filho: Que dia Pai?

Anjo no Espelho (Paça para Natal)




Dona Cleonice está ajustando o traje de anjo em Lucia. As duas estão conversando. De vez em quando Lucia examina-se no espelho que está de um lado do palco. 

Lucia: Tem certeza que eu vou parecer com um anjo de verdade?

Dona Cleonice: Sim, claro que sim. E agora fique quieta enquanto eu concerto esta asa. Tua fantasia ficará prontinha com mais alguns ajustes.

Lucia: As asas são parecidas com as de verdade?

Dona Cleonice: Eu acho... Mas agora, vamos experimentar a auréola. (Ela pega-a e coloca na cabeça de Lucia)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

NA PAZ DO SENHOR


Quando Deus criou o mundo,
no Jardim do Edem, em flor,
Adão e Eva sorriam
e bem felizes viviam
na paz do Senhor.

O povo se corrompia
em costumes, sem pudor,
mas Noé anunciava
o dilúvio que chegava
na paz do Senhor.

Abraão foi enviado
para um lugar sem valor;
sem perguntar o motivo
ele seguiu emotivo
na paz do Senhor.

Moisés, pra livrar seu povo,
de Faraó opressor,
foi ele por Deus chamado
e seguiu revigorado,
na paz do Senhor.

Pelos seus irmãos vendido
José se foi, sem rancor,
mas, como escravo proscrito
foi Governador do Egito
na paz do Senhor.

Davi, jovem rei, fugia
de Saul, perseguidor,
mas louvando a Deus com hino
seguiu seu nobre destino,
na paz do Senhor.

Para salvação do mundo,
como servo sofredor
profetizou Isaías
a chegada do Messias
na paz do Senhor.

Maria a virgem escolhida
pra ser mãe do Salvador
ao saber da boa-nova
pôs a sua vida em prova
na paz do Senhor.

Os apóstolos, chamados
para o Evangelho do amor,
deixaram seus afazeres,
assumindo outros deveres
na paz do Senhor.

Foi Jesus injustamente
preso como um malfeitor
porém calando a alma aflita
foi morto, mas ressuscita
na paz do Senhor.

Foi João, na Ilha de Pátmos,
num sonho arrebatador
levado à Cidade Bela
e o céu ao mundo revela
na paz do Senhor.

Ó povos do mundo inteiro,
meu caro amigo leitor,
sendo infante, moço ou velho
aceita a luz do Evangelho
na paz do Senhor. 
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Autor: Mário Barreto França
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O POUCO COM DEUS VALE MUITO


Certa vez, uma viúva ao profeta Eliseu
foi, chorando, dizer: - "Meu marido morreu.
Tu bem sabes que ele era obediente ao Senhor
consagrado ao Serviço, audaz trabalhador,
em toda e qualquer parte, ao sol, ao vento, à chuva,
era o amparo do órfão e o arrimo da viúva,
da criança era um pai, das mães um filho amigo
aconselhava o bem, prevenia o perigo;
e pelo seu viver pacífico e ordeiro
de todos era o guia, o mestre e o conselheiro.
Se acaso alguém caía, em meio à tentação,
para erguê-lo, sereno, ele estendia a mão.
Sorria com o feliz, chorava com o inditoso
e para o fraco e o pobre ele era generoso.
Porém, Deus o levou; e neste mundo avaro
com dois filhos fiquei jogada ao desamparo.
Por ele querer sempre a todos ajudar
só dívidas deixou, sem meios de as pagar;
E os credores, agora, injustos, maus e ignaros
vieram para levar meus filhos como escravos.
Mas, sem eles, senhor, como é que eu vou viver?
Tem piedade de nós e vem nos socorrer!"

Comoveu-se o profeta; e, pra provar-lhe a fé,
perguntou-lhe, ajudando-a a se firmar de pé:
- "Que te posso eu fazer? Que tens em tua casa?"
- "Tua serva só tem uma botija rasa
de azeite, nada mais!" (Disse ela humildemente).
Do profeta esperando a solução urgente.

E ele fala, ao notar-lhe a fé, sem fantasias:
- "Anda! E aos vizinhos pede as vasilhas vazias!
Não poucas! E em teu lar com teus filhos, em suma,
com o azeite da botija enche-as, uma por uma!"

A viúva, agradecida, e cheia de esperança,
a tão bendito afã apressada se lança.
Fez como o homem de Deus houvera lhe ordenado
e quando o último vaso encheu e o pôs de lado
o azeite da botija, instantâneo, parou...

Aleluia! Foi Deus que o milagre operou!
Foi ele que através do seu profeta santo
resolveu seu problema e estancou o seu pranto!
E a viúva entendeu, feliz como ninguém
que com Deus, vale muito o pouco que se tem.
Aleluia! O Senhor não se esquece do pobre,
pois sua santa mão de dádivas o cobre.
Ele dá sua ajuda e amparo ao desvalido,
consola o triste e aflito, atende ao seu pedido
na justa ocasião, no momento propício,
sem deles exigir o menor sacrifício.
Ele não fecha o ouvido a quem necessitado,
lhe pede a proteção e a bênção do cuidado!
Se alguém algo lhe pede e não obtém resposta
é porque seu pedido injusto a Deus desgosta.
Ele dá o que for direito e necessário
não pra deleite humano e gasto perdulário;
mas para que cada alma, isenta de discórdia,
exalte com amor sua misericórdia.

E a viúva voltou a falar com o profeta,
tendo de gratidão e amor a alma repleta:
- "Senhor eu procedi conforme o teu mandado.
Agora, o que farei do azeite envasilhado?"

- "Vai logo, e vende-o bem! (Ordena o homem de Deus)
Tua dívidas paga! E tu com os filhos teus
vivei do que restar! Mas testemunho dai
do poder salvador do vosso Deus e Pai!"

Aleluia ao Senhor! Que nos sirva a lição
de que o pouco com Deus vale mais que um milhão!
Com Ele um galho só transformar-se em floresta
e a alma que se arrepende enfeita o céu de festa -
num presépio em Belém, um Natal foi prenúncio de glória
e um mártir na cruz deu novo rumo à História.
De um túmulo vazio a salvação dimana
e a sagração da crença honra a pessoa humana.
Entre nobre e plebeu, entre tribo e nação
o Evangelho do amor nunca faz distinção.
A mulher, a criança, o servo e o estrangeiro
tem tratamento justo e igual no mundo inteiro.
Quer no campo ou no lar, quer na pena ou no malho,
a humanidade exalta o valor do trabalho.

- "Aleluia ao Senhor!" Ergamos nosso brados
e não ficamos sós e nem abandonados!
Abramos a nossa alma à luz celestial
pois o pouco com Deus vale muito, afinal!
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Autor: Mário Barreto França
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A DÁDIVA DE MAGGIE


Numa certa manhã festiva e ensolarada
De um cálido domingo, a alma angustiada
De um piedoso pastor se erguia aos céus, em prece
- prece cheia de fé — pedindo a Deus que desse
A cada coração gelado de seu povo
Uma melhor vontade - um sentimento novo -
Que o levasse a sentir pelas almas perdidas
Esse amor que convence e que transforma vidas,
Para testemunhar, pelas obras da fé,
Que Deus é o mesmo Deus de Abraão, de Jacó e José,
E é sempre o mesmo Pai, de braços sempre abertos,
Para acolher perdoando, os corações despertos
Do letargo do mal, do horror da treva imensa,
Para a luta da vida e a sagração da crença.
E naquele momento em que esboçava ansioso,
Para pregar na igreja, um sermão poderoso,
Sentia, no entanto, um medo sem motivo
De que ninguém lhe ouvisse o apelo decisivo
Para dar com amor à sagrada missão,
Mais do que uma oferta — o próprio coração.
Muito perto dali, a Missão das Montanhas
Combatia o pecado e outras causas estranhas
Que faziam do mal daquela pobre gente
A própria encarnação da miséria inclemente.
E naquela manhã seria levantada
A oferta especial para a causa sagrada
Havia em sua igreja um número elevado
De abastados casais. Nunca, porém, o estado
De penúria do povo havia-lhes movido
As entranhas do amor, por vê-lo convertido;
Nunca se lhes abriu em mínima piedade
A alma crente, ao notar tanta infelicidade...
Mas, naquela manhã — quem sabe? - iria achar
Deus, nos seus corações, em primeiro lugar?!
Quando o pastor subiu ao púlpito da igreja,
Todos se ergueram e ele orou confiante: O, seja,
Nosso Senhor e Pai, feita a Tua vontade
Na alma de quem Te adora em espírito e verdade!
Ensina-nos a amar! Ajuda-nos a crer
Que mais grato, Senhor, é dar que receber!
Sentaram-se, depois. E o piedoso pastor
Começou a pregar, cheio de fé e ardor;
- Lembrai-vos, meus irmãos, dos que vivem sem Cristo,
Dos que morrem sem fé!... Ah! Não vos comove isto?
Mas, enquanto o seu verbo em mensagem fulgia,
Toda a congregação continuava fria...
- Tão fria! - indiferente às desgraças alheias,
Pois tendo posições e tendo as bolsas cheias
Eram pobres demais em fé e caridade...
Mesmo assim, apelou para a comunidade:
- Iremos levantar agora a nossa oferta!
Que tenha cada qual a sua mão aberta
Para dar ao Senhor e à causa da Missão -
Mais do que seu dinheiro, o próprio coração.
A bandeja passava entre as filas de bancos;
Do filho ao pai, do moço ao de cabelos brancos,
Nenhum se decidia a dar o que podia.
E o servo do Senhor no púlpito sentia
O amargor da derrota e a angústia do fracasso...
Foi justamente aí que Deus ergueu seu braço
Para mostrar, num gesto heróico de criança,
A glorificação do amor e da esperança.
No fundo do salão, achava-se sozinha
A pequenina Maggie, a meiga aleijadinha,
Que, apesar de tão pobre e inválida, sabia,
Como ninguém ali, infundir simpatia,
Que era como o frescor de um balsamo bendito
Tas mágoas e na dor de um coração aflito.
Quando o diácono, tendo a bandeja vazia,
Dela se aproximava, uma prece ela erguia
Como um grito de apelo à bondade divina:
- Tu conheces, Senhor, a minha pobre sina;
Quisera te servir como missionária,
No entanto, nada sei e vivo solitária.
Tu sabes como é grande esta minha pobreza,
Mas conheces também minha grata firmeza
Em dar-te a minha oferta! Eu que não tenho nada,
A não ser a minha vida a ti só consagrada
E esta simples muleta!...
Ah! Sim, esta muleta! ...
Lembro-me agora bem! Foi ali, na saleta,
Que uma boa senhora, um dia, ma ofertou,
Dizendo-me que foi a melhor que encontrou
Nas lojas da cidade. E eu quero te ofertar!...
Mas sem ela, Senhor,como é que eu vou andar?
É com ela que eu vou ao parque ver as flores
E os pássaros ouvir cantar-te os seus louvores!
É com ela que eu venho aqui para adorar-te
E vou pregar teu nome ao pobre, em toda parte!
Eu não tenho ninguém por mim; dessa maneira
Ela é o meu apoio e a minha companheira...
Ajuda-me, Senhor! Se assim queres que o faça,
Aqui tens minha oferta! E dá-me a tua graça!
E calma, e decidida, e alegre, deposita
Sua única riqueza - a muleta bonita -
No disco de metal da clássica bandeja.
Um sussurro de espanto ouviu-se em toda a igreja...
O diácono surpreso e comovido indaga:
- Que é isso, menina?
- E a minha humilde paga
Por tudo o que Jesus por mim soube fazer!
Nada, nada além disso eu posso oferecer
A causa das Missões! Aceite-a por favor!
Deus há de me amparar com a mão do seu amor!
O diácono, chorando, atravessou o templo,
Levando na bandeja o mais sublime exemplo
De completa renúncia e de abnegação:
- A dádiva de Maggie, o próprio coração
De quem, amando mais a Deus que a própria vida,
Cristalizava a fé na oferta desprendida ‑
Pô-la em cima da mesa e, sem poder falar
Deixou que o seu apêlo alçasse em seu olhar,
E o pastor, tendo a voz embargada de pranto.
Dirigiu-se aos fiéis:
- Maggie deu tudo! E quanto ireis dar, meus irmãos, à causa das Missões?
Isso não vos constrange os pétreos corações?
Ela o pode fazer porque antes soube amar.
Porque deu ao Senhor o primeiro lugar!
Irmãos, não vos comove este quadro sublime?
Reter esta muleta é cometer um crime!
Que fareis, então, a fim de resgatá-la?
Notou-se um burburinho estranho em toda a sala:
E a resposta à questão não se fez esperar:
Cada qual levantou-se e foi depositar
Ao lado da muleta a oferta generosa.
E, um instante depois, qual grande e linda rosa.
O monte singular das notas coloridas
Parecia dizer às almas convertidas
- Agora, sim, podeis louvores entoar.
Pois colocastes a Deus em primeiro lugar!
Alegre e comovido, o piedoso pastor
Do púlpito desceu e foi, cheio de amor,
Levar à aleijadinha a muleta bonita,
Dizendo-lhe:
— Aqui tens a dádiva bendita
Que tua alma de santa ao Senhor consagrou,
E fez voltar a Deus a gente que pecou.
Teu gesto de piedade e de abnegação
Teve mais esplendor que a luz do meu sermão!
Foi o apelo melhor que esta Igreja atendeu,
E, pela generosa oferta que ela deu,
Resgatou-a também! O aceita-a de novo!
É a justa gratidão da alma do nosso povo!
E desde aquele dia a Missão das Montanhas
Achou numa muleta o apoio singular
Que fez mover do povo incrédulo as entranhas
Pra dar a Deus, na vida, o primeiro lugar
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Autor: Mário Barreto França


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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A CONSULTA

Esquete / comédia; Cliente (ou paciente) chega para a Doutora com todos os sintomas da vida moderna. Ao final de uma lista de problemas apresentados pelo Cliente, a Doutora constata a doença e apresenta uma solução...

 

Cliente – Doutora, estou um bagaço! Tudo dói! Minha cabeça está a ponto de explodir!!!!!
Doutora – O senhor está estressado! Preciso apenas achar o problema que o aflige. Por exemplo, no mês passado esteve aqui um comerciante num estado pior do que o seu. Mas descobri que o seu maior problema era uma dívida enorme que ele tinha com um fornecedor. Eu aconselhei a não pensar mais nessa dívida, esquecer, e ele ficou bom!
Cliente – É né? Só que o tal fornecedor sou eu!!!!
Doutora – Você precisa comprar o meu livro: como viver 100 anos!
Cliente – Deus me livre! Esse livro jamais pode ir lá pra casa. Minha sogra mora comigo, se ela ler esse livro, eu tô perdido! Mas doutora, eu esqueci de perguntar, quanto é a consulta?
Doutora – São 200 reais!
Cliente – 200!??!!! Não tem um desconto pra um colega de profissão não?
Doutora – O senhor também é medico?
Cliente – Não, eu também sou ladrão.
Doutora – Me diga uma coisa... você tem conseguido dormir?
Cliente – Não . Toda noite fico vendo crocodilos azuis.
Doutora – Você já viu um psicólogo?
Cliente – Não, só crocodilos azuis.
Doutora – O que mais o senhor está sentindo?
Cliente – Ah doutora! Eu tenho um caso agudo de herpes, peste bubônica, meningite, asma e HIV positivo e operante. O que a senhora pode fazer por mim?
Doutora - Vamos interná-lo em um quarto particular, com tudo o que o senhor precisa e lhe daremos uma dieta a base de pizza!
Cliente - Pizza?!?! Mas isso vai me curar, doutora?
Doutora - Curar não vai, mas é a única coisa que podemos passar por debaixo da porta! Olha você tem só 5 de tempo de vida.
Cliente - Mas doutora quanto é 5? 5 anos?5 meses? 5 dias?
Doutora - 5,4,3,2,1...
Cliente – Meu Deus! Vou morrer!!!!
Doutora – Na verdade, você já está morto: perdeu a benção de dormir a noite. Tem manias de doenças. É solitário. Você está morto. É apenas um moribundo andando por aí. Meu amigo, o único remédio pra você é entregar-se a Jesus Cristo. Ele poderá restaurar sua alegria de viver. Pensa nisso.
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Escrita em julho de 2009
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Disponível no site Teatro Cristão, Autor não mencionado.
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DISCIPULUZINHOS UMA AVENTURA NA PÁSCOA

Nesta esquete os três, Disci, Pulu e Zinho divertem e animam a plateia, enquanto aproveitam pra falar sobre o significado da páscoa.

OS TRÊS – Bom dia! Em Deus faremos proezas!

DISCI – Sou a Disci, uma menina muito feliz.
Que faz sempre a lição
E a verdade sempre diz.
E com um lindo sorriso..

PULU – Vive comendo giz!!! (gargalhadas)

DISCI – Sem graça...

PULU – Brincadeirinha...

ZINHO – Zinho é o meu nome,
Gosto muito de estudar.
Faço tudo com carinho e dedicação.

PULU – Mas tem um furo no meio do calção! (gargalhadas)

ZINHO – Pulu!

PULU – Brincadeirinha... Eu sou Pulu. Amo Jesus e meus irmãos,
Leio sempre a Bíblia
E sou muito feliz...

DISCI E ZINHO – Mas vive metendo o dedo no nariz... (gargalhadas)

PULU – Não vale! Não vale!

DISCI – Vejam! Quantas crianças!

PULU – Uma mais linda que a outra!!! E aí? Tudo em cima?

ZINHO – É muito bom estar aqui na Igreja de Crianças...

DISCI – A festa hoje está linda!

PULU – Você disse festa? Cadê o Bolo?

DISCI E ZINHO – Pulu!

PULU – Foi mau...
ZINHO – Estamos comemorando a Páscoa!

PULU – Será que horas que vão trazer os ovos de chocolate? Eu quero um ovo bem grandão!

DISCI – Pulu, não acredito, você ainda não sabe o verdadeiro sentido da Páscoa?

PULU – Sei, ou melhor, mais ou menos.

ZINHO – O faraó estava com seu coração endurecido e escravizava o povo de Deus. Através de Moisés, Deus enviou 10 pragas para os egípcios. A décima praga foi a morte dos primogênitos.

DISCI – O faraó deixou o povo ir embora do Egito. Os primogênitos do povo de Deus não foram mortos, pois Deus mandou que o povo passasse sangue de um cordeiro nos umbrais das portas, para protege-los do anjo da morte.

ZINHO – O sangue de Jesus, também nos livrou da morte. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Isso é páscoa! A festa que lembra esses acontecemientos, a libertação do povo de Deus através do sangue do cordeiro. A nossa libertação pela morte e ressurreição de Jesus!

PULU – Que lindo turma! Como Deus é maravilhoso! Eu amo Jesus! Como é que a páscoa foi virar coelho botando ovo de chocolate? Que absurdo!

DISCI – Jesus morreu pelos nossos pecados.

ZINHO – E ressuscitou ao terceiro dia. Hoje é dia de Festa!

PULU – Você disse festa? Cadê o bolo?

DISCI E ZINHO – Pulu!

PULU – Foi mau. Nesta semana, eu quero falar pra todos meus amiguinhos sobre o verdadeiro sentido da páscoa, tenho muitos que ainda não sabem.

ZINHO - Eu também...

DISCI – Zinho, eu tenho uma dúvida, é pecado então comer o ovo de chocolate? Eu ganhei um ovão do meu tio, o que faço com ele?

PULU – Pode me dar essa parada, morô? Eu sei o que fazer com ele...

ZINHO – Não Disci, não é pecado. Você pode come-lo, pecado é trocar o verdadeiro sentido da páscoa por ovo de chocolate. Não precisa jogar o ovo fora, mas não se esqueça de ensinar seu tio o que é a páscoa, ok?

PULU – É o seguinte, pintou um lance aí... precisamos ir.

DISCI – É Verdade, a festa precisa continuar.

PULU – Você disse festa? Cadê o bolo?

DISCI E ZINHO – Pulu!

PULU – Foi mau!

ZINHO – Gente, foi um prazer estar aqui com você...

DISCI – Um grande beijo da turma dos Discipulozinhos.

PULU – E não se esqueçam!

OS TRÊS – Em Deus faremos proezas!
Em Deus faremos proezas!
Em Deus faremos proezas!
 
Autor: Jaime Junior
Queridos caso deseje apresentar esta peça, não precisa pedir autorização, o autor apenas solicita que lhe informe como foi o resultado. Para contato com o autor click sobre o nome Jaime Junior . 
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BARRADO

 

São dois personagens:
UM ANJO, que está cuidando da porta de entrada do Céu;
UM HOMEM, que chegou lá(na porta). Ele acabara de morrer, está na porta do Céu e quer entrar(todo mundo quer).
O Anjo procura o nome do Homem no livro...

 
(Um anjo, sentado em uma mesa na entrada do céu)
ANJO: Próximo!
HOMEM: Sou eu.
ANJO: Nome por favor?
HOMEM: Laudicéio. Laudicéio Santinho Imaculado.
ANJO: Só um minuto. (Procura numa lista o nome) O senhor disse Laudicéio?
HOMEM: Santinho Imaculado. [Laudicéio Santinho Imaculado.]
ANJO: hum...
HOMEM: Acabei de partir da Terra...acidente de carro.
ANJO: sei... (continua procurando o nome no livro)
HOMEM: Sou crente há 34 anos.
ANJO: Sei...